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Janeiro 12, 2024

Celorico de Basto – autarquia adquire três novas máquinas

O município de Celorico de Basto adquiriu novas máquinas para limpeza e manutenção da rede viária e caminhos florestais. Foram agora adquiridas três máquinas, uma retroescavadora e duas mini pás carregadoras. A aquisição destes equipamentos, “surge do investimento promovido pelo Município de Celorico de Basto no âmbito da substituição, renovação e ampliação da frota existente, na ótica de criar as melhores condições para “assegurar maior eficiência no trabalho a desenvolver e salvaguardar a segurança dos seus manobradores” assegura Domingos Teixeira, Vereador da Câmara Municipal de Celorico de Basto.   “Nesta época do ano acentuam-se as derrocadas e as quedas de árvores, que nos exigem, em articulação direta com a proteção civil, a maior eficiência na articulação de meios para resolver as diferentes situações de forma a evitar constrangimentos para a população”, refere. Segura o autarca celoricense, “temos uma área florestal considerável onde os acessos devem ser mantidos transitáveis, durante todo o ano, prevalecendo essa necessidade sobretudo durante a designada época de incêndios. Sem o equipamento em condições é mais difícil salvaguardar essas necessidades”.

Mondim cria Regulamento Municipal de Apoio ao Desenvolvimento do Mundo Rural

Trata-se de um apoio aos proprietários de gado bovino, ovino e caprino e outras atividades agrícolas como a produção de mel. Foi aprovado em reunião de Câmara Municipal, por unanimidade, o início do procedimento para a criação do “Regulamento Municipal de Apoio ao Desenvolvimento do Mundo Rural” dirigido aos criadores e produtores pecuários do concelho, proprietários de explorações de gado bovino, ovino e caprino e outras atividades agrícolas, entre as quais os produtores de mel do concelho, com o objetivo de fomentar e dinamizar a produção animal e a atividade económica local. A atividade pecuária do concelho assenta, fundamentalmente, em pequenas explorações pecuárias de natureza familiar, que enfrentam elevados custos associados à produção. Este novo apoio financeiro vai beneficiar já cerca de 130 produtores de gado bovino e 62 produtores de gado ovino e caprino, comparticipando os custos de produção e “criando condições favoráveis para um maior cumprimento das exigências em termos de saúde pública e animal, mas também do bem-estar dos animais e das boas condições agrícolas e ambientais.”, revela a autarquia. Com este Regulamento, que integra outras medidas, os criadores e produtores pecuários do concelho irão usufruir de um aumento superior a 50% do valor do apoio atribuído em 2022, podendo contar, ainda, com efeitos retroativos a 2023.

Jorge Palma e GNR no Cine-Teatro de Amarante

O ano inicia no renovado Cine-Teatro de Amarante a recordar obra de José Saramago e Gil Vicente, com duas peças de teatro, e recebe concerto de Jorge Palma e dos GNR. O Cine-Teatro de Amarante começa o ano de 2024 com grandes nomes do teatro, da literatura e da música nacionais. Esgotado está o concerto de Jorge Palma, para amanhã, 13 de janeiro. A apresentação de “A Farsa de Inês Pereira”, a partir de Gil Vicente, está marcada para dia 27 de janeiro; já “O Globo de Saramago – 1993”, a partir da obra do autor, a 10 de fevereiro; e o concerto dos GNR – Festival Montepio às Vezes o Amor, dia 17 de fevereiro.Em parceria com o Teatro Nacional D. Maria II é apresentado, a 27 de janeiro, “A Farsa de Inês Pereira”, a partir de Gil Vicente, com texto e encenação de Pedro Penim. No original vicentino, a peça é relato cómico que dá conta das desventuras duma mulher da classe média portuguesa do século XVI, que desafia o poder familiar e a mentalidade medieval que dominava a sociedade quinhentista, e que foi considerada a mais perfeita das obras do ‘fundador do teatro português’, desfazendo dúvidas sobre o seu talento e originalidade. Cinco séculos depois, Pedro Penim reescreve o original vicentino e transforma-o numa obra do nosso tempo. Um olhar cáustico sobre alguns alicerces da sociedade contemporânea, nomeadamente o trabalho, a sexualidade e a célula familiar. Os bilhetes custam 14€ e o espetáculo começa às 21h30.A 10 de fevereiro sobe a palco “O Globo de Saramago – 1993”, a partir da obra poética de José Saramago, “O Ano de 1993”. Tal como na obra, também na peça tenta-se criar um jogo contemporâneo que foge aos cânones, às regras, e que convida o público a deixar-se ir pela corrente das palavras e do pensamento. O jogo teatral decorre dentro de um globo insuflável, transformando o objeto cénico globo num casulo de situações melancólicas, intensas e intimas, onde prevalecem os pensamentos e tentações de um homem insatisfeito que habita dentro da sua própria caverna.Encenado e interpretado por Frédéric da Cruz P., “O Globo de Saramago – 1993” tem banda-sonora ao vivo pela artista Surma. Os bilhetes custam 7€ e a sessão, às 21h30, terá Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.A 17 de fevereiro, o teatro dá lugar à música com um concerto dos GNR, no âmbito do Festival Montepio às Vezes o Amor. Banda incontornável em Portugal, com mais de 40 anos de carreira, os GNR de Rui Reininho, Toli César Machado e Jorge Romão trazem a Amarante clássicos como “Dunas”, “Ana Lee”, “Efectivamente”, “Morte ao Sol”, “Mais Vale Nunca” e “Pronúncia do Norte”, entre outros.O concerto começa às 21h30 e os bilhetes custam 20€.

Teatro Cinema de Fafe – Cartaz Cultural para 2024

Os 100 anos do Teatro Cinema de Fafe vão ser celebrados com música, teatro, dança e humor durante todo este ano.O programa cultural para assinalar a celebração do Centenário do Teatro Cinema de Fafe foi anunciado, esta quarta feira,10 de Janeiro, na sessão solene evocativa da efeméride. O programa envolve uma série de eventos de música, canto, dança, cinema, teatro, conferências, exposições, visitas guiadas, arte digital, nas suas múltiplas expressões e géneros, abraçando públicos de todas as idades – dos recém-nascidos aos maiores de 90 anos.O programa procurará trabalhar os públicos, cultivar o interesse pela preservação viva do Teatro Cinema enquanto património edificado e atrair visitantes (e público) a Fafe.O fadista Camané deu o mote para as celebrações dos 100 anos do Teatro Cinema, seguindo-se, neste fim de semana, o primeiro ato da ópera Carmina Burana, com o espetáculo “Primo Vere”, pela Academia de Música José Atalaya e Escola Bailado de Fafe. O músico e cantautor fafense Valter Lobo sobe a palco a 20 de janeiro para apresentar o seu projeto mais recente “Primeira Parte de um Assalto”, e Pedro Tochas traz o humor, com o espetáculo “Escolhas”, dia 27 de janeiro.Lena d’Água abre a programação de fevereiro, dia 3, seguindo-se o espetáculo de humor “Não estavas capaz, não vinhas”, de Ana Arrebentinha, no fim de semana seguinte. Os atores Benedita Pereira e Tomás Alves trazem a Fafe a peça de teatro “Pulmão – Uma história de amor”, no dia 17, e a banda Papercutz ensemble apresentará o concerto “So Far So Fading”, de música pop eletrónica, com orquestra e projeção digital.O mês de março abre com música erudita, a cargo dos Pluris Ensemble, no dia 2. O ciclo “Os Bebés vão ao Teatro” inicia-se no dia 9, prolongando-se ao longo do ano em várias sessões de teatro destinadas à participação das famílias. Nos dias 16 e 17 de março, convergindo com a efeméride de nascimento de Camilo Castelo Branco, o Teatro Passos d’Alegria apresenta, a peça “O Morgado de Fafe em Lisboa”. Ricardo Castro e Ricardo Carriço sobem a palco com o teatro de comédia “Monólogos do Pénis”, no dia 22, e David Fonseca apresenta-se em concerto, no dia 30, com a tour dos 25 anos de carreira.Abril começa com o humor de Beatriz Gosta, com o seu espetáculo de stand-up comedy ‘Resort’, no dia 5. O Coral Santo Condestável apresenta o habitual Concerto de Primavera, no dia 13. O projeto “Anónimos de Abril”, com José Fialho, Rogério Charraz, Joana Alegre e Júlio Resende sobe a palco dia 19. A Escola Bailado de Fafe e a Academia de Dança Nun’Álvares celebram o mês da dança, com workshops e espetáculos, e a Comissão Local para as Comemorações do Cinquentenário do 25 de Abril comemora o mês da Liberdade, com conferências, música, teatro, publicações e artes. Teresinha Landeiro apresenta, no dia 20, o seu fado contemporâneo com o concerto “Para dançar e para chorar”.A 4 de maio,o ator António Capelo sobe a palco com o monólogo dramático “Ninguém”. A ópera Carmina Burana regressa para o segundo momento no dia 10, pela Academia de Música José Atalaya e Escola Bailado de Fafe. No dia 11 realiza-se um concerto de música pop nacional com Lena, e a 25 de maio o Teatro Cinema de Fafe acolherá a Gala dos Portugueses de Valor, numa organização da Lusopress e que prevê a participação de cerca de 3 centenas de portugueses espalhados pelo mundo.“Pato de Ganso” de Pedro Teixeira da Mota dá o mote para o mês de junho com o espetáculo de humor, no dia 1. O ator Ruy de Carvalho regressa a Fafe, dia 8, com a comédia dramática “História Devida”, e o Teatro Vitrine apresenta o Fafencena, no dia 15.João Baião atua em setembro com o espetáculo “Feliz Aniversário”, no dia 13. Para setembro está programado um fim de semana dedicado ao cinema, com programação a articular com o Cineclube de Fafe, e para os dias 20 a 22 de setembro, A acabar o mês, o Teatro Cinema acolhe o segundo espetáculo do ciclo “Os Bebés vão ao Teatro”, no dia 28.No mês em que se assinalam os 25 do falecimento de Amália Rodrigues o ator Virgílio Castelo apresenta o monólogo dramático “O Homem da Amália” (5 de outubro). A ópera Carmina Burana volta a ser tema, num ciclo de sessões e debates sobre o projeto desenvolvido pela Academia de Música José Atalaya e Escola Bailado de Fafe. Está prevista a atuação dos Moonspell que trazem o heavy metal ao palco do Teatro Cinema de Fafe, com a digressão acústica “Sombra”. O ciclo do programa Fafencena prossegue com peças nos dias 19 de outubro e 16 de novembro, mês que conta ainda com o Concerto de Aniversário do Grupo Nun’Álvares.No mês de dezembro estão programados concertos com Marisa Liz (dia 7), Miguel Araújo (dia 13) e António Zambujo (dia 21). A última sessão do ciclo “Os Bebés vão ao Teatro” (dia 14) e o espetáculo final da ópera Carmina Burana, pela Academia de Música José Atalaya e Escola Bailado de Fafe – que terá lugar no Multiusos de Fafe, no dia 10, completam uma agenda anual repleta e intensa. A Cercifaf encerra a programação, com um espetáculo de Natal, a realizar no dia 22 de dezembro.

Teatro Cinema de Fafe comemora 100 anos

Foi na passada quarta-feira que decorreu uma sessão Solene a assinalar o Centenário do Teatro Cinema de Fafe, depois de algumas intervenções e melhorias técnicas do espaço emblemático. Foi convidado a apresentar um enquadramento histórico, o historiador e autor da monografia sobre o Teatro Cinema, Artur Coimbra, destacando os principais momentos que marcam a a história centenária do edifício e da sala de espetáculos. A sessão contemplou três atos simbólicos, o primeiro com a entrega pelo presidente da direção do Grupo Nun’Álvares ao presidente do Município de Fafe, Antero Barbosa, de uma cópia do guião original da peça apresentada há 100 anos, documento que recolherá ao depósito do Arquivo Municipal de Fafe. Foram ainda entregues dois álbuns de imagens evocativos do centenário. O álbum nº 1 da coleção foi entregue a Parcídio Summavielle, representante da família fundadora do Teatro Cinema, e o álbum nº 100 da coleção foi entregue a José Ribeiro, ex-presidente de câmara que na época procedeu à aquisição do edifício e à realização da obra de recuperação do Teatro Cinema. A sessão teve início com uma atuação de Miguel Costa (piano) e Rui Reis (saxofone) – músicos da Academia de Música José Atalya que executaram o tema Vocalizo da autoria do compositor e pianista Sergei Rachmaninoff, terminou com uma performance teatral pelo ator Rui Rodrigues que deu corpo a um viajante do tempo que trouxe ao palco do Teatro memórias dos primeiros anos de vida do Teatro Cinema de Fafe. À noite realizou-se um concerto de aniversário pelo fadista Camané perante uma sala lotada.Para o presidente da Câmara Municipal, Antero Barbosa, “a cultura, a par da educação, é fundamental para o desenvolvimento da nossa sociedade.” Sobre o Teatro Cinema destacou-o como “um espaço difusor de cultura que trouxe e traz a Fafe grandes artistas e que permite que o concelho ganhe prestígio na região e no país.” O edil recordou a figura do historiador Miguel Monteiro, cujo dia de aniversário coincidia com a data da efeméride em celebração, como uma “figura incontornável da cultura fafense e que em muito contribuiu para a história e vida deste Teatro.” Antero Barbosa reafirmou o “compromisso da Câmara Municipal para que o edifício continue a ser um espaço de liberdade para as artes, um espaço para todos”.