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Travessia do Marão – Agrupamento de Escuteiros de Amarante ressalva a superação dos participantes

Sob o lema da persistência e inspirados pelo imaginário d’ O Principezinho, cerca de 80 pioneiros (jovens entre os 14 e os 18 anos) desafiaram os seus limites na IV edição da Travessia do Marão, que decorreu entre os dias 1 e 3 de maio. A iniciativa, organizada pelo Agrupamento de Escuteiros 448 de Amarante, afirmou-se “uma vez mais como uma prova de superação e um marco de aprendizagem do método escutista”. Em comunicado enviado à redação o agrupamento responsável pela iniciativa descreve a atividade como “uma jornada de descoberta pelos trilhos da Serra do Marão”.
A atividade teve início no Salão Paroquial de Amarante, onde os jovens, divididos em quatro “galáxias”, participaram em workshops onde as temáticas sobre a biodiversidade da serra, proteção civil e segurança foram vitais para o sucesso da travessia. Com a mochila às costas e os conhecimentos ainda frescos, os pioneiros partiram para em raide noturno testando a sua orientação com recurso a bússola, escalímetro e mapa. Dois grupos iniciaram a jornada no Viveiro das Trutas em direção ao Centro de BTT da Aboadela, enquanto os restantes partiram da Pousada do Marão rumo à Casa da Bouça, em Canadelo.

“Os participantes percorreram 30 quilômetros, enfrentando o desnível dom terreno e chuva enquanto desfrutavam da sua beleza natural. A mística atingiu o seu auge na última noite com o tradicional Fogo de Conselho, animado pelas personagens da história que guiou a atividade, culminando numa vibrante “Festa das Estrelas”.”, revela o agrupamento.


O sucesso da IV Travessia do Marão deveu-se à entrega total da comunidade do Agrupamento 448, envolvendo chefes, caminheiros e os pais dos elementos do agrupamento. Nesta travessia participaram os agrupamentos de escuteiros da Maia, Santão e Margaride, de Felgueiras, Coimbrões – V.N de Gaia , Silvares – Lousada, Santíssimo
Sacramento – Porto, Britelo – Celorico de Basto e Amarante A IV Travessia do Marão foi possível graças ao apoio institucional e logístico de várias entidades públicas ( como por exemplo: Município de Amarante, BV de Amarante e várias Juntas de Freguesia e Paróquias, entre outros), assim como de empresas privadas que
contribuiram para a logística e alimentação dos participantes.