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Sociedade

Projeto “ConstróiTechTS” vai ser apresentado esta sexta-feira

A Associação Empresarial de Vila Meã (AEVM) e a Universidade Portucalense vão apresentar o projeto “ConstróiTechTS – Transformação Digital no Setor da Construção do Tâmega e Sousa” esta sexta-feira, 29 de Maio, pelas 14h30, no CENFIM – Amarante. As duas entidades são promotoras deste projeto cofinanciado pelo COMPETE 2030 e pela União Europeia, no âmbito do SIAC – Digitalização, surgindo num contexto de promover a digitalização e maturidade digital no setor da construção procurando reforçar a competitividade das empresas, promover a adoção de tecnologias digitais avançadas e disseminar soluções inovadoras com impacto regional. A sessão de apresentação tem como finalidade apresentar os objetivos, atividades e oportunidades de participação no projeto, promovendo a articulação entre empresas, entidades institucionais e parceiros do ecossistema regional. Programa:14H30: Boas Vindas – Direção Associação Empresarial de Vila Meã14H40: Apresentação do Projeto ConstróiTechTS – Equipa técnica Associação Empresarial de Vila Meã14H50: Digitalização no Setor da Construção – Paulo Morais- Departamento de Ciência e Tecnologia-Universidade Portucalense15H10: Tertúlia- “Experiência em Rede” – Bárbara Rola – Equipa técnica Associação Empresarial de Vila Meã/Jornal de Vila Meã16h20: Coffee Break-Momento Networking Transmissão na RRB.

Baião recebe esta quinta-feira apresentação do DECIR 2026

Vai ser Baião a acolher a apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026         da Sub-região do Tâmega e Sousa, esta quinta-feira, 28 de maio. O Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Tâmega e Sousa, realiza pelas 11h00, no auditório do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Tâmega e Sousa, em Baião, a apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026.  

UMinho celebra 50 anos da área de Produção e Sistemas

O programa arranca esta quarta-feira, 27 de Maio, e inclui conferência, encontros com alumni e parceiros, semana internacional, livro evocativo e ações de cocriação e empregabilidade. As celebrações começam pelas 17h00, no auditório B1.10 do campus de Azurém, com a conferência “Engenharia e Gestão Industrial em Portugal: percursos, convergências e futuros”. Os oradores são José António Cabral (Associação Portuguesa de Gestão e Engenharia Industrial), José Fernando Oliveira (Universidade do Porto), Joaquim Borges Gouveia (Universidade de Aveiro), Susana Relvas (Instituto Superior Técnico), Virgílio Cruz Machado (Universidade Nova de Lisboa) e Madalena Araújo (UMinho). A moderação cabe a Anabela Alves e Carina Pimentel, da direção do mestrado e da licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial da UMinho, respetivamente. A área de Produção e Sistemas da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, pioneira no ensino da Engenharia e Gestão Industrial em Portugal, vai comemorar ao longo deste ano o seu 50.º aniversário. O Encontro Alumni é a 20 de junho, convidando os ex-alunos de 20 licenciaturas, mestrados e doutoramentos ligados ao DPS para um convívio intergeracional, com sunset e a atuação do DJ 2ICE. De 22 a 26 de junho, a Semana Internacional acolhe 28 estudantes e 20 académicos de vários países, para a partilha de ideias e boas práticas em empreendedorismo, inovação e ecossistemas do ensino superior, no âmbito da aliança europeia Arqus. Para julho está marcado um reencontro de (ex-)colaboradores que protagonizaram a história do DPS. A 23 e 24 de setembro, o campus de Azurém acolhe as iniciativas Ideathon, com empresas e estudantes focados na cocriação de soluções para desafios reais das organizações, e Empresa à Vista, promovendo a empregabilidade, as ligações academia-mercado e o desenvolvimento de teses em contexto empresarial. Para dezembro, prevê-se o lançamento do livro “50 Anos de Produção e Sistemas”, com testemunhos de diversas personalidades. A comissão comemorativa deste cinquentenário é presidida pela professora catedrática jubilada Madalena Araújo.

Até um milhão de portugueses podem ser afetados por doenças da tiroide e cerca de 600 mil não têm diagnóstico

Associação de Doentes da Tiroide (ADTI) e Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) alertam para sintomas como cansaço, alterações de peso e falta de energia que continuam a ser desvalorizados e podem atrasar o reconhecimento da doença. As doenças da tiroide constituem uma das disfunções endócrinas mais frequentes a nível mundial, estimando-se que afetem cerca de 200 milhões de pessoas. Em Portugal, este impacto é igualmente expressivo, podendo afetar até um milhão de portugueses, o equivalente a cerca de 10% da população. Apesar desta elevada incidência, estimativas indicam que cerca de 60% das pessoas com doença tiroideia não têm diagnóstico, o que poderá corresponder a cerca de 600 mil pessoas em território nacional.A elevada prevalência destas condições contrasta com o baixo nível de reconhecimento dos seus sinais. Um dos principais desafios continua a ser a natureza inespecífica dos sintomas, frequentemente confundidos com situações do dia a dia, como stress, alterações hormonais ou envelhecimento, o que contribui para atrasos no diagnóstico.Cansaço persistente, alterações de peso sem causa aparente, falta de energia, alterações de humor, queda de cabelo ou intolerância ao frio são alguns dos sinais que podem estar associados a disfunções da tiroide, mas que continuam a ser frequentemente desvalorizados ou atribuídos a outros fatores.“Os sintomas das doenças da tiroide são comuns e, por isso, muitas vezes ignorados. O problema é que, quando persistem, podem ter significado clínico e devem ser avaliados”, alerta Paula Freitas, presidente da SPEDM.As mulheres são particularmente afetadas, apresentando um risco significativamente superior de desenvolver disfunções da tiroide, o que reforça a importância de sensibilização ao longo das diferentes fases da vida, incluindo fertilidade, gravidez, pós-parto e menopausa.No âmbito da Semana Internacional da Tiróide 2026, que este ano destaca o tema “Tiroide & Nutrição”, a Associação Portuguesa de Doenças da Tiroide (ADTI) reforça a importância da alimentação como parte do bem-estar global e da perceção de energia e metabolismo. A nutrição surge como um ponto de entrada relevante para a sensibilização, na medida em que muitas alterações associadas à tiroide são frequentemente interpretadas apenas à luz de hábitos alimentares ou estilo de vida, atrasando a identificação de possíveis causas clínicas subjacentes.Neste contexto, a ADTI realizou uma ação de sensibilização com componente de triagem no UBBO Amadora, com a participação de médicos endocrinologistas e o apoio da Merck. A iniciativa incluiu a realização de avaliações clínicas breves e testes sanguíneos (doseamento de TSH), com o objetivo de identificar situações suspeitas de disfunção tiroideia. Os participantes com resultados indicativos de alteração foram encaminhados para o seu médico de família para avaliação clínica completa e eventual confirmação diagnóstica.“A triagem permite identificar pessoas que podem beneficiar de avaliação médica. Não substitui o diagnóstico, mas pode ser um primeiro passo importante para quem apresenta sintomas persistentes”, afirma Paula Freitas, presidente da SPEDM.“A sensibilização é essencial porque muitas pessoas vivem durante muito tempo com sintomas sem perceber que estes podem estar associados à tiroide. Reconhecer sinais persistentes é o primeiro passo para um diagnóstico adequado”, acrescenta Celeste Campinho, presidente da ADTI.

Tâmega e Sousa – Soluções de impacto social vão ser apresentadas a 29 de Maio

Vai ser a 29 de Maio, próxima quinta-feira, que Startups de impacto social apresentam soluções para o Tâmega e Sousa no DemoDay do ONZE Scale. Em Penafiel na sede da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa, em Penafiel, acolhe o DemoDay do ONZE Scale, o evento público de encerramento do programa de aceleração promovido pelo ONZE | Coletivo de Impacto. Cinco startups de impacto social sobem ao palco para apresentar soluções concretas, testadas em contexto real, nas áreas da saúde, educação, ambiente, turismo e coesão social. O ONZE Scale foi desenhado para apoiar organizações que pretendem crescer com impacto social mensurável. Ao longo do programa, os participantes desenvolveram e testaram as suas soluções em estreita colaboração com comunidades locais dos 11 municípios que compõem o Tâmega e Sousa, garantindo que a inovação responde às necessidades reais da região. O evento está aberto à comunidade geral. Cinco projetos que completaram o programa de aceleração ONZE Scale, com soluções prontas a serem aplicadas no Tâmega e Sousa. Gripwise Tech (Ricardo Mora) – Dispositivo inteligente e adaptável que permite a profissionais clínicos avaliarem a força muscular de forma simples, rápida e precisa. Casa da Abóbora (Joana Faria) –  Associação juvenil sediada em Aldeia, Cinfães, que promove a coesão social,sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento comunitário, cultural e territorial em contexto de baixa densidade populacional. Wisify (Tiago Andrade) –  Desenvolvimento de dispositivos médicos de alta precisão orientados para o diagnóstico e monitorização clínica. HC Healthcare & Innovation (Helder Palheira) –  Plataforma digital que liga a oferta e a procura de serviços médicos ao domicílio, tornando os cuidados de saúde mais acessíveis e eficientes. Stay to Talk (Carolina Mendes) –  Projeto de turismo sustentável de imersão cultural no Tâmega e Sousa que transforma a hospitalidade local numa experiência autêntica e diferenciadora.

Nova espécie de fungo descoberta em medronheiros portugueses

Investigadores da Micoteca da Universidade do Minho (MUM), em parceria com a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco, descobriram uma espécie de fungo isolado em medronheiros da região de Oleiros, Castelo Branco. O estudo acaba de sair na revista “International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology” e ajuda a valorizar a diversidade ecológica dos fungos, que têm funções essenciais nos ecossistemas. Designada Banningia arbuti, a nova espécie foi identificada numa pesquisa microbiológica de bagas de medronheiro (Arbutus unedo), uma árvore emblemática da bacia mediterrânica. O seu fruto é avermelhado, agridoce, rico em compostos bioativos e também usado em aguardente tradicional. “Até aqui, o género Banningia só tinha uma espécie conhecida no mundo. O trabalho agora publicado permite – através de análises morfológicas, moleculares e bioquímicas – clarificar cientificamente todo o género, que por sua vez pertence à família de fungos Saccotheciaceae, ainda pouco estudada.”, revela a UMinho em comunicado. Este estudo é assinado pelos cientistas João Trovão, Nelson Lima, Joana Domingues, Célia Soares, Carla Santos e Cristina Pintado. A nova espécie de fungo está depositada na MUM, em Braga, encontrando-se disponível para investigação internacional e eventual exploração biotecnológica pela indústria. “Esta descoberta demonstra a importância das coleções microbiológicas na preservação da biodiversidade e o nosso papel como infraestrutura de referência internacional na identificação e no estudo de fungos”, sublinha o diretor da MUM, Nelson Lima, também presidente da Federação Mundial de Coleções de Culturas Microbianas. Este investigador foi recentemente homenageado pela seu percurso e dedicação, na Conferência Internacional “Novas Tendências na Identificação Microbiana”, em Belo Horizonte, Brasil. Criada há 30 anos, a MUM recebe, preserva e fornece uma coleção de milhares de fungos, tendo certificação máxima, equipamentos de última geração e colaborações intensas com o setor científico, biotecnológico, ambiental e da saúde. Possui o estatuto de fiel depositária de microrganismos envolvidos em processos patenteados, conferido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. É também a sede nacional da Infraestrutura Europeia de Investigação de Recursos Microbianos (MIRRI-PT), apoiada pela UE, além de um centro de informação e de formação altamente especializada na área, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e o bem-estar humano.

USF São Gonçalo – Atendimento no Hospital a partir de 18 de Maio

USF São Gonçalo passa a funcionar temporariamente no Hospital de São Gonçalo a partir de 18 de maio, segunda-feira. A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa vai sofrer obras de requalificação do Centro de Saúde de Amarante, da autoria da Câmara Municipal de Amarante, a USF São Gonçalo passará a funcionar no Hospital de São Gonçalo, por um período estimado de cerca de dois meses. Esta mudança insere-se no plano de intervenções em curso no edifício e tem como objetivo garantir melhores condições de funcionamento e atendimento para profissionais e utentes. O processo de transferência decorrerá entre os dias 15 e 17 de maio. Durante este período, estão previstas limitações no atendimento na tarde de 15 de maio, quinta-feira, e no dia 18 de maio, segunda-feira, estando asseguradas a Consulta Aberta e a prestação de serviços mínimos.

“Verde com Alma” da CIM do Ave – Inquérito de satisfação está a decorrer

A Comunidade Intermunicipal do Ave realizou, de 5 a 7 de Maio, uma reunião internacional do projeto AgroTour SUDOE . Os concelhos de Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto e Guimarães, acolheram os parceiros do projeto europeu AgroTour SUDOE e da iniciativa de digitalização “Verde com Alma” para três dias de trabalho, partilha e descoberta do território. Até 31 de Maio está a decorrer um inquérito dirigido a visitantes e turistas com o objetivo de conhecer melhor o seu perfil, comportamento, necessidades e preferências, com especial enfoque no agroturismo, enoturismo e oferta turística complementar do território.” Após a realização de workshops de sensibilização, sessões de capacitação e desenvolvimento de experiências turísticas, esta fase de recolha de informação assume particular importância para consolidar o conhecimento sobre a procura turística no território.”, considera a CIM do Ave. O questionário encontra-se disponível em vários postos de turismo da região, nomeadamente em Guimarães, Fafe, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Vila Nova de Famalicão, Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso e Vizela, entre outros pontos de apoio locais, podendo ser preenchido em aproximadamente 5 minutos e estando disponível até ao dia 31 de maio de 2026. Como incentivo à participação, os visitantes poderão concorrer ao sorteio de cinco experiências turísticas no território do Ave, que incluem uma noite de alojamento na “Quinta Pousada da Fora” em Guimarães, uma degustação de vinhos na “Casa Santa Eulália” em Mondim de Basto, uma experiência de degustação de produtos e vinhos na “Encosta do Rolão” em Mondim de Basto, um tour guiado com “TUK-TUK Guimarães” no Centro Histórico classificado como Património Mundial da UNESCO, e uma experiência de enoturismo na “Casa da Tojeira” em Cabeceiras de Basto. Os vencedores serão anunciados durante o mês de junho. Este projeto europeu, financiado pelo programa Interreg SUDOE, promove o agroturismo como motor de desenvolvimento sustentável nas zonas rurais do sudoeste europeu, apostando na inovação, digitalização e valorização dos recursos locais, envolvendo parceiros de Portugal, Espanha e França. Ao longo destes dias, realizaram-se sessões de trabalho com apresentação dos avanços das experiências piloto, com especial destaque para áreas como digitalização, inovação sustentável, segmentação de produtos turísticos e marketing digital. Tiveram lugar várias experiências no terreno, no âmbito da iniciativa “Verde com Alma”, incluindo um circuito em Guimarães, provas de vinhos verdes, experiências enoturísticas guiadas, contacto direto com produtores locais e momentos de degustação da gastronomia regional.

UTAD – Investigador Pedro Correia identificou fóssil de planta com mais de 300 milhões de euros

Um investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) identificou uma planta primitiva com mais de 300 milhões de anos no acervo histórico dos Serviços Geológicos de Portugal, atualmente à guarda do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG). A planta fossilizada, com 303 milhões de anos, foi estudada pelo paleontólogo Pedro Correia e denominada Cyathocarpus felicianoi. A descoberta foi publicada na revista internacional Review of Palaeobotany and Palynology e resultou de uma colaboração com Zbynĕk Šimůnek, investigador dos Serviços Geológicos da República Checa, e Zélia Pereira, investigadora do LNEG. “O espécime holótipo [fóssil da nova espécie] foi descrito com base na investigação de Carlos Teixeira, na década de 1940, numa coleção paleobotânica de grande valor dos Serviços Geológicos de Portugal. Esta coleção permaneceu inexplorada no seu depósito original, tendo a sua relevância sido esquecida durante quase 80 anos”, explica Pedro Correia, primeiro autor do artigo científico. Os exemplares agora estudados remontam, no entanto, a recolhas ainda mais antigas, realizadas no contexto da exploração mineira em Portugal. “Estes fósseis foram recolhidos durante campanhas de sondagem realizadas nas áreas de São Pedro da Cova e Midões, na década de 1930, no âmbito do programa de avaliação dos recursos de carvão da Bacia Carbonífera do Douro”, afirmou Zélia Pereira, investigadora do LNEG e co-autora do trabalho científico. O material fossilífero foi recolhido pelos técnicos que acompanhavam as operações de perfuração, seguindo instruções para a preservação de todos os fósseis encontrados. Terminadas as campanhas, os fósseis foram guardados em dois armários de madeira nas instalações do então Serviço de Fomento Mineiro. Carlos Teixeira (1910-1982), geólogo e paleobotânico de referência, teve acesso a este material e realizou um trabalho detalhado de revisão e identificação taxonómica, que sustentou publicações científicas relevantes em 1945. Na década de 1960, os armários foram transferidos para São Mamede de Infesta, aquando da construção do edifício do Laboratório, onde permaneceram durante décadas praticamente esquecidos. Recentemente, a coleção voltou a ser estudada. Nos últimos dois anos, os trabalhos conduzidos por Pedro Correia permitiram reavaliar o conjunto e identificar uma nova espécie de feto extinto do Paleozoico Superior. Em reconhecimento do contributo de Carlos Teixeira, o acervo passou a designar-se Coleção Carlos Teixeira. “Esta descoberta reforça a importância das coleções de história natural para o avanço do conhecimento científico, nomeadamente sobre a diversidade dos fetos da ordem Marattiales no final do período Carbónico”, sublinha Pedro Correia. A designação Cyathocarpus felicianoi homenageia José Feliciano, geólogo do LNEG, instituição onde a coleção se encontra atualmente depositada.

CIM do Ave garante financiamento do Turismo de Portugal para o projeto “Rota Industrial do Ave”

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Ave formalizou a 27 de abril, em Évora, a assinatura do contrato de financiamento para o projeto “Rota Industrial do Ave”, enquadrado no Programa de Apoio Crescer com o Turismo. A sessão pública de assinatura contou com a presença do Eng. Guilherme Emílio, em representação da CIM do Ave, na qualidade de Primeiro-Secretário Intermunicipal. A cerimónia, que decorreu na sede da CCDR Alentejo, foi presidida pelo Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, juntamente com o Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, e o presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade. O evento marcou o anúncio do financiamento de 12 novos projetos turísticos no interior do país, num montante total de 3,9 milhões de euros de apoio atribuído pelo Turismo de Portugal. Para a região do Ave, o destaque vai para a aprovação do projeto estratégico “Rota Industrial do Ave”, que representa um investimento global de 400.303,50 euros e que beneficiará de um incentivo financeiro não reembolsável de 281.374,80 euros. Revela em comunicado a CIM do Ave tratar-se de “um mergulho imersivo no património e na memória industrial A “Rota Industrial do Ave” consiste na estruturação de um produto turístico integrado e inovador, centrado na valorização do rico património industrial da região.” A iniciativa organiza-se em seis circuitos temáticos: Têxtil, Transportes, Peles e Curtumes, Água e Energia, Extrativo e Pré-industrial. Ainda revela que “com uma forte aposta na modernização, o projeto criará experiências imersivas através do recurso a conteúdos digitais e realidade aumentada. Um dos elementos mais diferenciadores desta rota é o envolvimento direto das comunidades locais: os antigos trabalhadores das indústrias assumirão o papel de intérpretes da memória, enriquecendo a experiência turística com testemunhos autênticos do passado industrial da região.” A iniciativa inclui ainda a capacitação dos agentes locais e a implementação de um modelo de governação intermunicipal em rede, suportado por uma forte estratégia de promoção digital.