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Julho 8, 2026

Amarante – Grupo GEVAR e Grupo Coral de Vila Chã do Marão vão apresentar “Nasceu uma viola”

O grupo GEVAR  e o Grupo Coral de Vila Chã do Marão vão levar a cena “Nasceu uma Viola” este domingo, 12 de Julho, pelas 22 horas nos claustros da Câmara Municipal de Amarante. Esta é uma “possível” história do surgimento da viola amarantina que vai ser levada a palco, num espetáculo cénico-musical, numa produção de Eduardo Costa, conhecido mestre tocador. Uma criação conjunta vai ser dirigida pelo Maestro Plácido e narrada por Bárbara Rola. “Partiu de uma ideia e do convite do meu colega e amigo Plácido Carvalho, maestro do Coral de Vila Chã do Marão,  para fazermos um concerto partilhado entre o GEVAR e o Coral acerca da história da nossa querida Viola”, referiu-nos Eduardo Kosta, mentor e criador do Gever – Grupo Escola Viola Amarantina Renascida. “Isso despoletou a minha ideia de fazermos um musical que, de certa forma, fizesse um conto daquilo que penso sobre o surgimento da Viola Amarantina, baseado em factos reais, mencionados nas memórias que chegaram até nós, por via da tradição oral.” Trata-se de um texto ficcionado, a partir de memórias da Tradição Oral, confirmadas geograficamente e temporalmente por informação de origem fidedigna e inscrita em Forais e outros registos oficiais de carácter administrativo. O espetáculo vai contar ainda com a participação do Quinteto da Orquestra Amaranthus Ensemble.

ULS Tâmega e Sousa introduz técnica inovadora para diagnóstico mais preciso do cancro da próstata

A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) passou a realizar biópsias prostáticas de fusão por via transperineal, uma técnica de elevada precisão que reforça a capacidade de resposta do Serviço de Urologia e permite disponibilizar aos utentes da região um método de diagnóstico mais seguro e eficaz para o cancro da próstata. Amplamente utilizada em centros de referência europeus, esta abordagem combina imagens de ressonância magnética com ecografia em tempo real, permitindo identificar com maior rigor as áreas suspeitas da próstata e orientar a recolha das amostras de forma mais precisa. O resultado é uma maior capacidade de deteção da doença, com menor necessidade de repetir biópsias e uma redução significativa do risco de complicações, nomeadamente de infeção. Para o diretor do Serviço de Urologia da ULSTS, Fernando Vila, “a introdução desta técnica permite oferecer aos doentes a possibilidade de realizar este exame na nossa ULS, de acordo com as melhores práticas clínicas atuais”. A biópsia prostática é um exame essencial para confirmar ou excluir a presença de cancro da próstata através da recolha de pequenos fragmentos de tecido para análise. A utilização da tecnologia de fusão representa um avanço importante na precisão do diagnóstico, contribuindo para decisões clínicas mais informadas e tratamentos mais adequados. Com esta nova valência, a ULSTS diz reforçar a diferenciação do Serviço de Urologia e consolida o investimento na inovação tecnológica e na adoção de métodos de diagnóstico cada vez mais avançados, garantindo à população da região “acesso a cuidados de saúde diferenciados e de elevada qualidade”.