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GNR avança com novo modelo de operação para combater as mortes nas estradas

A GNR já divulgou o novo modelo da Unidade Nacional de Trânsito, nos moldes da Brigada de Trânsito.
Sob o lema fiscalização, visibilidade e segurança nas estradas portuguesas a GNR apresenta o novo modelo de operação com o objetivo de combater as mortes nas estradas portuguesas.

A sinistralidade rodoviária continua a constituir um dos principais desafios à segurança pública, assumindo-se como uma problemática complexa, com impacto direto na vida das pessoas. Para a GNR a situação atual exige capacidade de resposta operacional. A evolução recente dos indicadores de sinistralidade rodoviária evidenciam 145 mortes até Abril deste ano.
Em comunicado a Guarda considera que “A necessidade de reforçar a prevenção e a capacidade de resposta operacional, num contexto em que os fatores de risco se tornam cada vez mais dinâmicos e exigentes, associados aos comportamentos de risco a que continuamos a assistir, apesar dos apelos diário promovidos por várias entidades públicas e privadas.”

Portugal é o 6.º pior país da UE em taxa de mortalidade. Os resultados da recente Operação Páscoa são apenas um reflexo de uma tendência que já foi identificada e que tem vindo a ser acompanhada: só no primeiro trimestre deste ano, as vítimas mortais aumentaram 22%, registando-se 145 vítimas mortais até 13 de abril, mais 42 que em igual período do ano passado.

Os Destacamentos de Trânsito passaram a ser integrados nos Comandos Territoriais entretanto criados. Em traços gerais, para fazer face a este fenómeno, a resposta operacional vai assentar em Gestão Orientada Pelo Risco, Elevada Mobilidade e Flexibilidade e Tomada de Decisão Sustentada em Dados. A Unidade Nacional de Trânsito passa a integrar os 23 Destacamentos de Trânsito já existentes e implementados em todos os distritos do país (atualmente, na dependência dos Comandos Territoriais), conferindo-lhe comando técnico e operacional à escala nacional como, de momento, não existe. A GNR também avança que foram criados Grupos de Trânsito no seio da Unidade Nacional de Trânsito, reforçando a capacidade de coordenação, supervisão e articulação, tanto no plano operacional como administrativo.