rádio região de basto

105.6fm - 93.1fm

uma rádio que vale por duas!

Procurar

Março 17, 2026

Está em discussão pública o Plano deUrbanização de Expansão da Vila de Mondim de Basto

Está já em discussão pública o Plano de Urbanização de Expansão da Vila de Mondim de Basto.A Câmara Municipal fixou um período de 20 dias úteis, contados a partir do 5.º dia útil da publicação do aviso em Diário da República, para a apresentação de reclamações, sugestões ou observações no âmbito do referido procedimento.O prazo decorre, assim, de 17 de março a 14 de abril de 2026, nos termos do Aviso n.º 5255/2026/2, de 10 de março, publicado em Diário da República n.º 48/2026, Série II.Com a elaboração do Plano de Urbanização, pretende-se realizar um exercício de planeamento que venha reforçar o espaço urbano da vila, criando novas centralidades e condições de expansão da malha urbana, dotando o solo de novas infraestruturas e definindo regras que regulem a construção de novas edificações e o desenvolvimento do espaço público e privado estruturados e com qualidade.O Plano de Urbanização constitui uma oportunidade para o incremento da coesão e complementaridade da vila de Mondim de Basto e para a concretização de novas dinâmicas urbanas, articulando novos espaços e promovendo a preservação de valores patrimoniais identitários, prevendo-se um impacto positivo no tecido socioeconómico aproveitando as dinâmicas instaladas e emergentes.Os interessados poderão consultar a Proposta na página oficial do Município em: https://municipio.mondimdebasto.pt/index.php/servicos-on-line/planeamento-territorial/uopg-2.html e nos serviços da Unidade de Planeamento, todos os dias úteis, entre as 9.00h e as 13.00h e entre as 14.00h e as 17.00h.As reclamações, observações ou sugestões, devem ser formuladas por escrito, até ao dia 14 de abril, e dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, utilizando para o efeito o impresso próprio que pode ser obtido nos locais ou no sítio eletrónico acima referidos e deverão ser entregues por correio eletrónico, para sig@cm-mondimdebasto.pt ou, presencialmente, no Balcão Único da Câmara Municipal de Mondim de Basto.

PRR abre candidaturas para reforço de equipamentos nas respostas sociais

A autarquia de Amarante revela que no âmbito do investimento Nova Geração de Equipamentos e Respostas Sociais do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), foi publicado o Aviso n.º 19/C03-i01/2026, que visa apoiar a aquisição de equipamento móvel destinado a respostas sociais já existentes.Com uma dotação global de 7,2 milhões de euros e uma taxa de cofinanciamento de 100%, este aviso pretende reforçar e modernizar as condições de funcionamento de diferentes equipamentos sociais, contribuindo para melhorar a qualidade do apoio prestado aos utentes.Entre as respostas sociais abrangidas encontram-se a Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), os Centros de Dia e os Centros de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI).No âmbito desta medida, são considerados elegíveis investimentos relacionados com a aquisição de equipamento móvel essencial ao funcionamento das respostas sociais, nomeadamente equipamentos de apoio aos utentes, mobiliário, equipamentos técnicos, equipamentos de mobilidade e transporte, entre outros que respondam às necessidades específicas de cada resposta.Podem apresentar candidatura Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) ou equiparadas, autarquias e outras entidades públicas, bem como entidades privadas sem fins lucrativos cuja atividade estatutária se enquadre na área social e que cumpram os requisitos definidos no aviso.O prazo para submissão de candidaturas termina a 24 de março de 2026.O objetivo desta iniciativa é reforçar a qualidade das respostas dirigidas a pessoas idosas, pessoas com deficiência ou incapacidade e outros utentes de respostas sociais, promovendo melhores condições de apoio e acompanhamento.As candidaturas serão avaliadas com base no mérito e na hierarquização dos projetos, sendo fundamental garantir a maturidade das propostas e a sua execução dentro dos prazos estabelecidos pelo PRR.

GNR alerta para o aumento da sinistralidade com trotinetes

A Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito das suas competências de vigilância e fiscalização rodoviária, alerta para o crescimento do número de acidentes envolvendo veículos de micromobilidade, nomeadamente trotinetes elétricas, na via pública. Com o aumento da utilização destes veículos nos centros urbanos e zonas de lazer, a Guarda intensificou a fiscalização, visando a proteção dos utilizadores vulneráveis e a redução da sinistralidade. Nos últimos 7 anos, a GNR registou 10 vítimas mortais (com um pico de cinco óbitos em 2023); 88 feridos graves e 1 442 feridos leves (atingindo o máximo de 548 em 2024). Os dados estatísticos da GNR revelam um aumento da sinistralidade associada à micromobilidade. Até 2021, o registo de acidentes mantinha-se estável (abaixo das 25 ocorrências anuais), contudo, verificou-se um aumento significativo em 2023, com 547 acidentes, atingindo o pico em 2024, com 706 ocorrências. “Embora se tenha registado uma ligeira diminuição entre 2024 e 2025, os números permanecem preocupantes. No presente ano, até ao dia 28 de fevereiro, já se contabilizam 72 acidentes, o que demonstra que a margem para sensibilização e o incumprimento das normas de segurança continuam a ser desafios críticos.”, revela em comunicado. A distribuição por distritos revela que Aveiro e Faro apresentam o maior volume de sinistralidade e de feridos (graves e leves). Contudo, é o distrito de Setúbal que regista o maior número de vítimas mortais (3 óbitos) no período em análise. Destaca-se ainda o distrito de Santarém, com um registo de 14 feridos graves nos últimos 7 anos. A Guarda recomenda:

Exposição “Memória: Pura Serra” inspirada no Alvão está na UTAD

A sala de exposições da Biblioteca da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) acolheu, a 11 de março, a abertura da exposição de pintura “Memória: Pura Serra”, de Carlos Ortega, artista colombiano e estudante de doutoramento na universidade.A mostra reúne um conjunto de trabalhos que exploram temas como a produção animal, as transformações culturais e ambientais associadas à atividade pecuária e à vulnerabilidade humana. As obras resultam do trabalho de investigação e da experiência direta de Carlos Ortega no território transmontano.Professor na Universidad del Valle, em Cali (Colômbia), o artista encontra-se a realizar o doutoramento em Ciências da Cultura na UTAD. O seu projeto de investigação centra-se nas transformações das tradições culturais no Parque Natural do Alvão e na relação entre comunidades humanas e natureza.A exposição reflete esse contacto com o território e com as comunidades locais. Nas pinturas surgem fragmentos da vida nas aldeias da serra, das práticas agrárias e da relação entre pessoas, animais e paisagem.Entre as imagens representadas encontram-se vacas maronesas, cabras bravias, pastores, feiras e diferentes momentos do quotidiano rural. Cada obra procura traduzir memórias, gestos e histórias que fazem parte do património cultural da região.

“Guia do Pão em Portugal” apresentado na UTAD

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) acolheu, a 11 de março, a apresentação do livro Guia do Pão em Portugal, da autoria de Rita Beltrão Martins. A iniciativa, promovida pelo Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB), reuniu investigadores, estudantes e membros da comunidade num momento dedicado à valorização de um dos alimentos mais emblemáticos da cultura portuguesa.A sessão incluiu a apresentação da obra, conversa com o público, sessão de autógrafos e degustação de diferentes tipos de pão. Durante a apresentação, a autora partilhou o percurso académico que a levou a desenvolver interesse pelo estudo do pão e pela inovação alimentar. Destacou também a influência do doutoramento realizado na UTAD no desenvolvimento deste interesse e a importância da investigação orientada para o não desperdício alimentar e para a valorização de recursos, princípios associados à economia circular.Rita Beltrão Martins recordou também o papel de vários docentes no seu percurso académico, sublinhando o incentivo recebido para explorar novas áreas de investigação, nomeadamente o estudo da farinha de bolota, da marca Terrius, e de outras matérias-primas menos valorizadas na cadeia agroalimentar.Ao longo da sessão, a autora apresentou os principais conteúdos do livro, que aborda a história do pão em Portugal, espaços museológicos dedicados ao tema, a rota do pão enquanto proposta de valorização turística, receitas e um levantamento de padarias que utilizam fermentação natural e técnicas mais tradicionais. A obra procura promover uma maior literacia alimentar e sensibilizar para escolhas mais informadas, em particular no consumo de pão produzido com menos aditivos e métodos mais naturais.O encontro terminou com um momento de partilha e degustação de diferentes variedades de pão, incluindo propostas tradicionais e outras mais inovadoras, numa iniciativa que aproximou investigadores, produtores e público em torno da valorização do pão tradicional. Sobre a autoraRita Beltrão Martins é licenciada em Engenharia Zootécnica e mestre em Segurança Alimentar e Inovação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Concluiu também o doutoramento em Cadeias de Produção Agrícola: do Prato ao Prado, um programa doutoral internacional desenvolvido em parceria com a Wageningen University & Research, a Universidade Politécnica de Valência e o Instituto Superior de Agronomia.A sua investigação tem incidido na área da economia circular aplicada ao setor agroalimentar, com especial enfoque na valorização de subprodutos e matérias-primas subexploradas. Ao longo da sua atividade profissional, tem trabalhado em áreas como qualidade e segurança alimentar, desenvolvimento de produtos e valorização de produtos tradicionais portugueses.É também cofundadora da Terrius Food & Tourism, empresa sediada em Évora dedicada à valorização de matérias-primas endógenas e ao desenvolvimento de experiências de turismo gastronómico.