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Janeiro 21, 2026

Celorico de Basto acolheu celebrações de Admissão à Ordem Sacra do Diaconado Permanente

Celorico de Basto acolheu, a 18 de janeiro, a Admissão à Ordem Sacra do Diaconado Permanente de António Marinho, na Paróquia de Santa Eufémia de Agilde, e de Ricardo Martins, na Paróquia de São Pedro de Britelo, no arciprestado de Celorico de Basto.As celebrações foram presididas por D. José Cordeiro, Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, e “constituíram um momento marcante no percurso vocacional e formativo dos candidatos, que manifestaram publicamente, perante a Igreja, o propósito firme de continuar a preparação para o ministério do Diaconado Permanente.”,revela o arciprestado em comunicado.Nas celebrações estiveram presentes o P. Francisco Medeiros, Arcipreste de Celorico de Basto e pároco de Santa Eufémia de Agilde, bem como o P. José Carlos Macedo, pároco da Paróquia de São Pedro de Britelo, familiares, amigos e comunidades paroquiais.Na sua intervenção, D. José Cordeiro sublinhou o significado e a identidade do Diaconado Permanente, recordando que “se trata de um ministério ao serviço da Palavra, da caridade e da comunhão eclesial”. Referiu ainda que “o caminho do diaconado tem conhecido avanços e recuos, mas que representa hoje um novo impulso e uma nova realidade na vida da Igreja. … Este é um caminho assumido pela Arquidiocese de Braga, no horizonte de uma Igreja mais ministerial, onde os diversos ministérios se articulam ao serviço do Povo de Deus.”O Rito de Admissão à Ordem do Diaconado Permanente constitui uma etapa significativa no discernimento vocacional, na qual a Igreja acolhe e confirma o propósito dos candidatos de se prepararem para o exercício futuro deste ministério ordenado, num caminho de serviço humilde e fidelidade ao Evangelho

Aterro de Codeçosso – Líder da oposição critica autarquia de “opacidade” (c/áudio)

Eugénio Fernandes Carvalho (PS), vereador da oposição na Câmara Municipal de Celorico de Basto, Eugénio Fernandes Carvalho considera que a autarca é “opaca e tem falta de transparência” no processo do futuro do aterro sanitário de Codeçosso gerido pela Resinorte. O líder da oposição marcou presença na sessão extraordinária da Assembleia de Freguesia de Codeçoso dedicada ao futuro do aterro sanitário onde destaca a forte mobilização da população, “uma demonstração clara de cidadania ativa em defesa do bem comum”, e refere ter estado presente “como vereador da oposição, mas também como cidadão diretamente interessado”.Para Eugénio Fernandes Carvalho a intenção da Resinorte é a “otimização da capacidade” do aterro foi conhecida apenas através do portal participa.pt, considerando que este facto evidencia “uma grave falta de informação e transparência por parte da Câmara Municipal de Celorico de Basto”. Para Eugénio Fernandes Carvalho, “não é aceitável que o Município se limite a anunciar que fará uma participação no portal como qualquer cidadão, quando o que se exige é uma tomada de posição política forte, institucional e clara”. Num vídeo publicado nas redes sociais da coligação “Juntos por Celorico” recordou que o atual Presidente da Câmara, “garantiu publicamente que o aterro não cresceria nem mais um metro para cima nem mais um metro para o lado”, ao mesmo tempo que foi anunciada a intenção de encerrar a infraestrutura em 2028, “uma data que continua sem qualquer confirmação oficial, sem documento, sem compromisso escrito”.Para Eugénio Fernandes Carvalho “fala-se de otimização da capacidade de receção de resíduos, mas evita-se falar dos impactos ambientais e, sobretudo, dos impactos na saúde das populações”. Considera ainda que “esta não é uma luta ideológica nem partidária”, mas sim “uma causa de saúde pública e de dignidade territorial”, defendendo que “ou estamos todos do mesmo lado, com soluções concretas, ou continuaremos presos a declarações vagas que não resolvem o problema”.

Autarca de Celorico de Basto participa em assembleia extraordinária e esclarece população sobre o futuro do aterro sanitário de Codessoso

ℹ️José Peixoto Lima reiterou junto da população de Codessoso (Celorico de Basto) que aterro sanitário “não aumentará nem mais um metro em altura ou em largura”. As palavras são do próprio autarca celoricense que participou na passada sexta-feira, 16 de Janeiro, numa Assembleia Extraordinária da freguesia de Codessoso. “O aterro irá encerrar mais cedo que o previsto, segundo informação da Resinorte, dado estar a receber resíduos de 35 municípios, incluindo os do Vale do Ave, sem qualquer solução para o seu problema.”, revelou o autarca social-democrata.“Não está aqui em causa, neste licenciamento, nem a largura, nem a altura do aterro sanitário, isto que fique claro. Não está aqui em causa aumentar a implantação do aterro nem a cota que está definida para a célula 1 e para célula 2. O que está aqui em causa, assegura, é a “optimização do aterro sanitário devido a uma maior densidade dos resíduos depositados, resultando daí aumento da capacidade para alocar uma maior quantidade de resíduos no mesmo espaço”.A reunião extraordinária realizada na freguesia realizou-se a fim de tornar pública a posição sobre o pedido da Resinorte para potenciar a capacidade de deposição de lixos na localidade, um processo que aliás está em consulta pública desde 29 de dezembro de 2025. O autarca celoricense assegurou ainda “que tem preparada a participação do município nesta consulta pública na qual deixará claro as linhas vermelhas que sempre defendeu: não permitir que o aterro tenha qualquer aumento de capacidade que resulte de aumentar a área de implantação ou as cotas máximas definidas. Mas, referiu também, que esta é a oportunidade para, junto das várias entidades ( Ccdr’n , APA, ministério do ambiente) alertar e reclamar medidas que mitiguem os maus cheiros do aterro, a poluição das águas superficiais e aquíferos por lixíviados, a exposição visual por inexistência de uma boa e forte cortina arbórea e medidas específicas e vinculativas quanto á cobertura eficaz dos resíduos, quer na fase de funcionamento quer na fase de selagem das duas células.”Esta é uma posição partilhada pela junta de freguesia de Codeçosso e “que conta com a comunidade de Codessoso para conseguir “ libertar o concelho e a freguesia de Codessoso deste problema.”, declarou o autarca, Todas as medidas e ações da comunidade neste sentido terão o apoio e concordância do município”.