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Abril 20, 2025

UTAD integra consórcio para a capacitação de estudantes na criação de emprego tecnológico (c/áudio)

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) acolheu a apresentação do projeto UI-CAP: Universidades como Interface de Capacitação para a Criação de Emprego Tecnológico, com o objetivo potenciar e reforçar a empregabilidade de jovens académicos.A UTAD participa no consórcio através do Centro de Inovação e Desenvolvimento, que tem como missão aproximar a academia do setor empresarial, promovendo a colaboração entre ambos e criando oportunidades para a transferência de conhecimento e tecnologia.O UI-CAP, financiado pelo FSE através do COMPETE2030, tem como missão estimular a capacitação de jovens em áreas de base tecnológica, promovendo ações de sensibilização, orientação e acompanhamento ao longo do percurso académico. A iniciativa, da qual fazem parte, além da UTAD, as universidades de Coimbra (entidade coordenadora), Aveiro, Évora e Beira Interior, tem como público-alvo alunos do 2º e 3º ciclo do ensino superior, até aos 29 anos.O objetivo, para Luís Andrade dos Santos, gestor de inovação da Universidade de Coimbra, é capacitar “jovens que estão a estudar para a obtenção do grau de mestre ou doutor, provenientes de diversas áreas de conhecimento”, através do apoio à geração, maturação e validação de ideias de negócio, “estimulando o potencial empreendedor e de inovação tecnológico”. “Para ter um efeito prático num período razoável, queremos que eles estejam a terminar esses ciclos de ensino que, normalmente, conduzem a uma saída profissional ou empresarial”, acrescentou. A apresentação do UI-CAP decorreu no Auditório do Geociências da UTAD e contou com a presença de representantes institucionais e convidados ligados ao setor do empreendedorismo e empregabilidade jovem.Durante a sessão, teve lugar o debate “Transição para o mercado de trabalho: Emprego vs Empreendedorismo”, centrado nas competências essenciais para os jovens enfrentarem os desafios atuais do mundo profissional e tomarem decisões informadas quanto ao seu futuro.

CIM do Ave – Mais de mil livros requisitados na BiblioLED

As bibliotecas públicas da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Ave registaram uma adesão significativa à plataforma BiblioLED. O serviço inovador de leitura e empréstimo digital de livros e audiolivros lançado pelo Ministério da Cultura, teve no municípios da CIM do Ave um total de 652 utilizadores inscritos e 1.223 livros emprestados.Entre os oito municípios que integram a CIM do Ave, destaca-se Guimarães, com 279 utilizadores inscritos e 517 empréstimos efetuados, sendo a obra mais requisitada “Isto só acontece nos filmes”, de Holly Bourne. Vila Nova de Famalicão regista também números expressivos, com 183 utilizadores inscritos e 419 empréstimos, destacando-se a obra “Inquieta”, de Susana Amaro Velho.Este serviço digital já ultrapassou as expectativas iniciais, registando, a nível nacional, mais de 17 mil utilizadores e cerca de 22 mil livros emprestados desde o seu lançamento, no final de janeiro deste ano. A saber que a adesão da CIM do Ave à plataforma BiblioLED foi formalizada através de um protocolo assinado em novembro de 2024 entre a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) e a CIM do Ave. O acordo estabelece as regras de utilização da plataforma, as responsabilidades de cada parte e o compromisso de promover o acesso digital à leitura até novembro de 2028. Entre as obrigações da CIM do Ave destacam-se a validação de utilizadores, a curadoria de conteúdos e a divulgação do serviço, enquanto a DGLAB assegura a administração técnica e a disponibilização do catálogo nacional.A primeira secretária intermunicipal da CIM do Ave, Marta Coutada, salienta a importância desta adesão local ao BiblioLED, destacando que “a plataforma representa uma oportunidade valiosa para reforçar os hábitos de leitura nas comunidades locais e promover a literacia digital, facilitando o acesso à cultura de forma inclusiva e abrangente”.O êxito local da plataforma BiblioLED reforça a aposta contínua da CIM do Ave na promoção cultural e no apoio a iniciativas inovadoras, capazes de aproximar as comunidades locais do conhecimento e da cultura através das tecnologias digitais.Para o afeito, a CIM do Ave entregou, o mês passado, 74 novos computadores às bibliotecas municipais dos seus oito municípios – Cabeceiras de Basto, Fafe, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Guimarães, Mondim de Basto, Vizela e Póvoa de Lanhoso. A iniciativa, integrada na Medida C04-i01-m01 do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), visou reforçar a infraestrutura tecnológica destes espaços, melhorando o acesso digital à informação e a qualidade dos serviços prestados, e garantindo, assim, um serviço mais eficiente e acessível.

UMinho tem 94% dos cientistas em unidades avaliadas com “Excelente” ou “Muito Bom”

A Universidade do Minho viu reconhecida a qualidade da sua investigação, após a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) anunciar os resultados provisórios da avaliação das Unidades de I&D nacionais. Das 31 unidades de investigação das Escolas/Institutos da UMinho, 84% delas estão agora classificadas com “Excelente” (13) e “Muito Bom” (13); estas unidades acolhem 94% dos investigadores da instituição. A avaliação teve em consideração as atividades científicas e tecnológicas realizadas pelos centros de investigação entre 2018 e 2023 e considerou também os objetivos, a estratégia, o plano de atividades e a organização daqueles centros para o período de 2025 a 2029. No país, foram analisadas 336 Unidades de I&D nas diferentes áreas do saber, por 315 avaliadores estrangeiros. “Os resultados são globalmente muito positivos para a UMinho, confirmando o impacto do trabalho dos nossos docentes e investigadores”, refere a vice-reitora para a Investigação e Inovação, Sandra Paiva. As 13 unidades de I&D classificadas com “Excelente” são: Centro de Engenharia Biológica (CEB); Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS); Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC); Centro de Investigação em Ciência Política (CICP); Centro de Investigação em Justiça e Governação (JusGov); Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA); Grupo de Investigação em Biomateriais, Biodegradáveis e Biomiméticos (3B’s); INESC TEC; Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS); Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Engenharia de Estruturas (ISISE); Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP); e Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT). Já os 13 centros de investigação classificados com “Muito Bom” são: Centro ALGORITMI; Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA); Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil (2C2T); Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho (CEHUM); Centro de Ética, Política e Sociedade (CEPS); Centro de Física das Universidades do Minho e Porto (CF-UM-UP); Centro de Investigação em Microssistemas Eletromecânicos (CMEMS); Centro de Investigação em Psicologia (CIPsi); Centro de Matemática da UMinho (CMAT); Instituto de Ciências da Terra (ICT); Instituto de Polímeros e Compósitos (IPC); Núcleo de Investigação em Políticas Económicas e Empresariais (NIPE); e Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (UICISA: E).