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Março 1, 2025

BECA em destaque no movimento “Puxa o Norte para Cima”

O Beca – Bastinhos Clube de Andebol, criado em 2012 em Celorico de Basto acaba de ser protagonista da campanha “Puxa o Norte para Cima” da CCDR-Norte (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Norte). Recentemente, em S. João da Madeira, o Beca foi um dos projetos que integrou a campanha “Puxa o Norte para cima”, num evento de encerramento do programa NORTE 2020.Neste evento, foram apresentadas nove das 18 histórias que serão tornadas públicas através das palavras dos jornalistas Abel Coentrão e Luísa Pinto e das imagens de Teresa Pacheco Miranda.“Puxa o Norte para Cima” assume a CCDR-Norte “é mais do que uma campanha, é um apelo e um movimento. Um apelo aos nortenhos para continuarem a dar o seu melhor. É um movimento que prova que, com investimentos estratégicos, é possível impulsionar o crescimento e fortalecer a região como um todo”. Pode visitar aqui o sítio da internet deste movimento e conhecer a história do BECA contada pelo impulsionador da escola, o Professor João Varejão.

Ad perpetuam rei memoriam

Ad perpetuam rei memoriam (Para perpetuar a memória do facto)Nos últimos dias, temos acompanhado as notícias sobre o estado de saúde do Papa Francisco. A gravidade da patologia e a sua idade avançada têm trazido a debate a sua sucessão, uma possível resignação e até a convocação do Conclave de eleição de um novo Papa.Acreditando na força da oração e desejando o melhor ao Santo Padre, penso ser o momento de registar alguns factos do seu pontificado, para lembrança das gerações vindouras e não os deixar cair no esquecimento do tempo ou dos momentos.Foi com muita surpresa que acompanhamos, em 2013, a resignação de Bento XVI e a convocação do conclave que elegeu o cardeal Bergoglio, argentino, como Papa Francisco.No dia da sua eleição, regressava de uma peregrinação a Santiago de Compostela com uma centena de alunos do Porto, onde tínhamos participado na Missa pro elegendo Romano Pontífice, na qual se rezou pela eleição do novo sucessor de São Pedro. No regresso a Portugal acompanhamos pela rádio as notícias do fumo branco que saía da Capela Sistina. A expectativa era enorme e ainda maior foi a novidade do seu nome, Francisco como o Pobre de Assis, e a sua humildade ao pedir a oração e a bênção do povo reunido na Praça de São Pedro.Ao longo do seu pontificado, foi um Papa sobretudo de gestos mais do que palavras. Recordamos as cerimónias de lava-pés de Quinta-Feira Santa, quando lavava os pés a reclusos, homens e mulheres. Lembramos quando abriu a Aula Paulo VI para festejar o Natal com os sem abrigo de Roma ou criou os balneários para que eles pudessem fazer a sua higiene na Cidade Estado do Vaticano.Quem não se recorda do abraço dos Filhos de Abraão (judeus, islâmicos e cristãos), junto ao Muro das Lamentações, em Jerusalém; ou quando se ajoelhou diante dos líderes da guerra civil do Sudão do Sul, para lhes beijar os pés e pedir o dom da paz.Trago à memória o seu encontro com o patriarca Kiril de Moscovo, em Cuba, abrindo portas para a reconciliação com a Igreja Ortodoxa, e a participação em Londres num culto anglicano, pedindo, assim, a restauração da unidade da Igreja.Para os portugueses ficará na memória como o Papa da canonização dos Pastorinhos e do centenário das aparições de Fátima, deixando a frase «Temos Mãe!» E, a Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa, onde a uma multidão de jovens recordou que «a única vez que nos podemos rebaixar é apenas para ajudar a levantar os outros, abrindo as portas da Igreja a «todos, todos, todos…»Para a História ficará, também, como o Papa que aguentou a Barca de Pedro, com as tempestades dos escândalos de abusos sexuais perpetrados no seio da Igreja, a condenação da lavagem do dinheiro das Máfias nas instituições eclesiais e por sozinho caminhar, numa Semana Santa, de Pandemia global, numa praça vazia até à cruz de Cristo.O Papa Francisco foi o primeiro a publicar um documento oficial em língua vernácula «Laudato si», sobre a Ecologia e a defesa da Casa Comum que é o planeta Terra e por ter permitido o acesso legítimo das mulheres a cargos de chefia e governo na Santa Sé, coordenando Dicastérios, departamentos ou sendo mesmo a Governadora da Cidade Estado do Vaticano.A sua forma simples de comunicar, criando empatia com quem o escutava, e a maneira como ensinou o modo de debater em Igreja, fazendo caminho sinodal, em redor de uma mesa, onde todos estão no mesmo plano e nível, independentemente da sua vocação eclesial.Incompreendido por uns, amado por muitos, respeitado por todos, dentro e fora da Igreja, Francisco será sempre aquele que abriu novas formas e caminhos de viver em Igreja e de contato com aqueles que estão nas periferias da sociedade. Oremus pro Pontifice nostro (Rezemos pelo Papa Francisco) como sempre nos pede. Sérgio Carvalho“Novos Tempos” por Sérgio Carvalho para ouvir na RRB todos os domingos pelas 10H.

Mulheres Socialistas de Vila Real promoveram formação em comunicação política

A Estrutura Federativa das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos (MS-ID) do Distrito de Vila Real dinamizou, recentemente, a formação ‘Comunicar na Política’, com o objetivo de fortalecer a participação feminina no cenário político, preparando as mulheres para o próximo ciclo eleitoral autárquico. O evento contou com a participação das formadoras Teresa Fragoso e Sofia Ferro Santos, que abordaram temas cruciais como a comunicação oral e escrita, gestão de redes sociais e marketing político. Para a presidente das MS-ID do Distrito de Vila Real, Ana Daniela Alves, “esta oportunidade reveste-se de importância, para fornecer às nossas camaradas novas ferramentas e reforçar conhecimentos, como o uso da palavra e a gestão das redes sociais em contexto político. O objetivo é tornar a comunicação mais assertiva, ajudando na preparação do processo eleitoral autárquico que se aproxima”, afirmou, destacando também a participação ativa das mulheres nesta formação: “A adesão foi excecional. Tivemos connosco Teresa Fragoso, renomada figura política especializada em igualdade de género, políticas públicas, publicidade e relações públicas, e que nos deu o seu importante contributo. A especialista em Marketing digital, Sofia Ferro Santos, forneceu-nos ótimas bases para aquilo que queremos que seja a nossa imagem e interatividade digital com o público. Ambas enriqueceram o conteúdo e deram credibilidade ao nosso evento, dado o seu conhecimento e experiência nestas áreas.” Para Teresa Fragoso, “A participação política das mulheres, a par com a dos homens, é extremamente importante para a qualidade da política e da representação de toda a população na tomada de decisões que têm impacto no nosso dia a dia. As próximas eleições a terem lugar serão as autárquicas, e apesar de as mulheres serem hoje quem mais sai das universidades com estudos superiores, e de estarem muito ativas profissionalmente nas suas comunidades em áreas tão relevantes como a Educação, a Saúde, a Ação Social, a Economia, entre outras, a sua presença ao nível dos órgãos locais eleitos ainda é muito baixa. Por esta razão, ações de formação como a que teve lugar são fundamentais para capacitar e motivar os nossos melhores quadros, que incluem naturalmente muitas mulheres de talento, a darem um passo em frente”, defende a antiga Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que entre os vários cargos que já ocupou, foi também adjunta na Secretaria de Estado da Presidência do Conselho de Ministros para a área de Igualdade de Género e Relações Internacionais pelo Partido Socialista. Sofia Ferro Santos, académica e profissional especializada em Comunicação Política e Gestão, foi uma das oradoras convidadas, tendo abordado temas sobre a gestão das redes sociais e do marketing em contexto político. Assistente convidada no ISCTE-IUL e na Universidade Europeia (IADE), Sofia Ferro Santos leciona disciplinas relacionadas com a comunicação e a gestão e esteve em Vila Real para falar sobre comunicação política, literacia mediática e o impacto das redes sociais na política. O evento contou com a participação ativa das mulheres das Estruturas Concelhias do Partido Socialista que, “à medida que se preparam para as eleições, procuram fortalecer os seus conhecimentos e aptidões na comunicação política, numa troca aprendizagens e experiências. Esta ação de formação reflete o crescente movimento de empoderamento feminino na política, com enfoque na superação das barreiras históricas e sociais que ainda limitam a presença das mulheres nos espaços de decisão política.” revela o partido em comunicado.

Eleita nova distrital do Bloco de Esquerda de Braga

Realizou-se no passado sábado, 22 de Fevereiro, as eleições para a Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Braga. A votos só esteve uma lista (BLOCO coeso na diversidade, ESQUERDA pronta para as lutas), que obteve 87,5% dos votos dos aderentes do distrito de Braga. O Bloco de Braga revela em comunicado enviado à redação que vai empenhar-se, nos próximos meses, na campanha “Mais vida e saúde para quem trabalha por turnos”. “Conhecemos os malefícios da laboração contínua e do impacto que o trabalho por turnos tem na vida do trabalhador e estaremos por isso empenhados em percorrer o distrito com esta campanha.”, referem os bloquistas. Nas próximas eleições autárquicas “daremos prioridade à criação de alianças sociais em projetos locais de transformação política à esquerda, que sejam alternativa à governação autárquica de PS e PSD.” Já iniciaram conversações com partidos mas até agora sem sucesso. “Iniciamos conversações com o PCP, o PAN e o Livre, ainda que a nossa iniciativa unitária não tenha, até à data, resultado em soluções.” Consideram que o Bloco deve, por seu turno, apostar na criação de estruturas concelhias (Comissões Coordenadoras e/ou Núcleos) capazes de dinamizar o partido no maior número de concelhos do distrito e desenvolver bases para apresentar candidaturas autárquicas.” Referem ainda os bloquistas de Braga que “Para além do calendário eleitoral, queremos, acima de tudo, trazer o partido para a rua, construir movimento pelo direito à habitação, contra o genocídio ou pelo fim ao fóssil, dinamizar encontros de jovens em torno das suas lutas, criar um grupo de +60 no distrito, entre muitas outras tarefas urgentes.”