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escritaria germano silvaA Escritaria, festival literário que homenageia todos os anos um escritor de língua portuguesa vivo, decorre até dia 31 de outubro, sendo dedicado este ano a Germano de Almeida, Prémio Camões 2018.

 Depois de Urbano Tavares Rodrigues, José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Mia Couto, António Lobo Antunes, Mário de Carvalho, Lídia Jorge, Mário Cláudio, Alice Vieira, Miguel Sousa Tavares, Pepetela, Manuel Alegre e Mário Zambujal, Penafiel recebe a Vida e Obra de Germano Almeida.

O Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde, Abraão Vicente, que estará em Penafiel ao longo de vários dias durante o festival literário e que terá uma participação importante, juntamente com o autor homenageado, na conferência "O papel da Lusofonia | À conversa com Germano Almeida e Abraão Vicente (Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde)", assim como noutras iniciativas inseridas na programação da Escritaria 2021. Abraão Vicente é licenciado em Sociologia e pós-graduado em Direito das Empresas e do Trabalho. É pintor, escritor e fotógrafo autodidata. Criou e apresentou programas televisivos. Foi Deputado Nacional e é membro da comissão política do MpD. Fez parte do elenco governamental da IX Legislatura, assumindo as pastas da cultura, indústrias criativas e comunicação social.*

A 14ª edição do único festival literário, em Portugal, que se dedica a homenagear um escritor vivo de língua portuguesa vai realizar-se presencialmente, mas também online e a cidade voltará a estar “contaminada” com literatura em todos os cantos e recantos, e das mais variadas formas. Além da transformação habitual da cidade em torno do escritor homenageado e da sua obra – com alusões nas montras, exposições, arte de rua, teatro, música, apresentação de livros - a Escritaria contará ainda com algumas surpresas em torno da obra de Germano Almeida e da lusofonia.

Germano Almeida, um dos mais proeminentes escritores em língua portuguesa, terá silhueta e frase em Penafiel para memória futura, a par com os anteriores homenageados.

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O autor:

Germano Almeida nasceu na ilha da Boa Vista em 1945, publica as primeiras estórias na revista Ponto & Vírgula, assinadas com o pseudónimo de Romualdo Cruz. Estas estórias foram publicadas em 1994 com o título A Ilha Fantástica, que, juntamente com A Família Trago, 1998, recriam os anos de infância e o ambiente social e familiar na ilha da Boa Vista. Mas o primeiro romance publicado por Germano Almeida foi O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo, em 1989, que marca a rutura com os tradicionais temas cabo-verdianos.

 O Meu Poeta, 1990, Estórias de Dentro de Casa, 1996, A Morte do Meu Poeta, 1998, As Memórias de Um Espírito, 2001 e O Mar na Lajinha, 2004, formam o ciclo mindelense da obra do autor.

O Dia das Calças Roladas, 1992, e Os Dois Irmãos, 1995, têm por base histórias verídicas, no ambiente rural de Santo Antão e São Tiago. Estórias Contadas, 1998, e Dona Pura e os Camaradas de Abril, 1999, o mais pícaro dos seus romances, Viagem Pela História das Ilhas, 2003, Eva, 2006, A Morte do Ouvidor, 2010, Do Monte Cara Vê-se o Mundo, 2014, Regresso ao Paraíso, 2015, O Fiel Defunto, 2018 e O Último Mugido, 2020, completam a obra publicada por Germano Almeida.

As suas obras estão publicadas no Brasil, França, Espanha, Itália, Alemanha, Suécia, Holanda, Noruega e Dinamarca, Cuba, Estados Unidos, Bulgária e Suíça.

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