rádio região de basto

105.6fm - 93.1fm

uma rádio que vale por duas!

Procurar

Apreenção de tabaco em Paços de Ferreira e Montalegre numa megaoperação policial

A GNR levou a cabo esta semana a operação “FATACA II” – Apreensão de cerca de 5,5 milhões de cigarros.

A Unidade de Acção Fiscal (UAF), através do Destacamento de Acção Fiscal (DAF) do Porto, apreendeu, a 18 de Junho, diverso material no âmbito de uma operação policial, nos concelhos de Barcelos, Braga, Chaves, Gondomar, Guimarães, Lisboa, Maia, Moita, Montalegre, Paços de Ferreira e Valongo.
“No âmbito de uma investigação, que decorria há cerca de um ano e meio, sob a direção do Departamento de Investigação e Ação Penal Regional do Porto e com o intuito de colocar termo à atividade de uma estrutura criminosa que se dedicava ao crime de contrabando de tabaco, os militares da Guarda deram cumprimento a 49 mandados de busca, 16 domiciliárias e 33 não domiciliárias”, revela a GNR.

Foram apreendidos 5 495 758 cigarros; 42 350 gramas de folha de tabaco; 860 caixas para acondicionamento de tabaco; 9 108,90 euros em numerário; 21 telemóveis; Três máquinas cortar/triturar folha tabaco; Dois veículos; Um gerador; 120 peças de vestuário, presumivelmente contrafeitas.


O valor do tabaco apreendido ascende aos 1 360 000,00 euros, que com a sua comercialização, se estimaria uma fraude ao Estado Português, em sede de imposto sobre o tabaco (IT), num valor de 966 000,00 euros.
No âmbito da investigação, haviam já sido apreendidos mais de 2 milhões de cigarros, totalizando assim cerca de 7 650 00 cigarros (com valor presumível de 1 961 000,00 euros e prestação tributária de 1 338 629,98 euros), mais de 40 quilos de folha de tabaco (com valor presumível de 8 280,00 euros e prestação tributária de 7 000,00 euros), bem como quatro veículos.
Foram constituídos arguidos oito suspeitos e detidos outros cinco, com idades compreendidas entre os 46 e 68 anos, dois dos quais se encontram em prisão domiciliária e um em prisão preventiva.
A operação contou com o reforço dos militares dos Comandos Territoriais do Porto, Braga e Vila Real, da GNR, e teve o apoio da Polícia de Segurança Pública (PSP) do Porto.