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Desemprego e Pobreza a combater em Celorico de BastoReuniram a 14 de agosto, as entidades que integram o Contrato Local de Ação Social, no Salão Nobre do Município de Celorico de Basto, sob orientação do Presidente do CLAS, Joaquim Mota e Silva, tendo sido apresentado e aprovado por unanimidade, o plano de Ação para os próximos 3 anos, orçamento e coordenadora do programa CLDS Celorico+Social 4G.

Este Programa irá desenvolver ações direcionadas às vulnerabilidades sociais identificadas no concelho, o desemprego e a pobreza. Considerando estas vulnerabilidades o projeto a implementar terá de desenvolver todas as ações obrigatórias definidas para os eixos de intervenção, eixo 1 - emprego, formação e qualificação e eixo 2 – intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza infantil, e previamente enumeradas e explicadas a todos os membros do CLAS.

Ficou ainda esclarecido o enquadramento orçamental do projeto, que se enquadra na categoria financeira III, no valor total 504.0000,00€.

Este projeto tem como entidade Coordenadora Local de Parceria, o Centro Comunitário Bento XVI, definido na última reunião de CLAS, datada de 18 de abril, e como Entidade Local Executora das Ações, ELEA, o Município de Celorico de Basto, por ser a entidade com melhores condições para poder executar as ações previstas no plano de ação do projeto, não só pela capacidade de disponibilização de recursos, mas também pela possibilidade de congregar agentes locais para a implementação e execução do mesmo.

O Presidente do CLAS e Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto reconheceu a importância deste programa tendo em conta as experiências anteriores dos programas antecedentes, nomeadamente o CLDS+ e o CLDS3G. "Tivemos dois CLDS aprovados em pleno funcionamento durante 6 anos, com aspetos relevantes e positivos. E essa experiência é fundamental para que possamos, no próximo programa, corrigir lapsos e lacunas de outras edições numa parceria entre o Município, a entidade Coordenadora, as IPSS's, entidades e juntas de freguesia, numa lógica de crescimento sustentado de acordo com o plano de ação" disse o autarca. Joaquim Mota e Silva salientou ainda que o grosso dos encargos são para os recursos humanos, mas com um acréscimo do plafond para as medidas previamente definidas. "Um plano de ação sem recursos humanos não é possível, mas é preciso executar o máximo de medidas com os recursos financeiros atribuídos para esse fim, para que se possa fazer mais do que foi feito de acordo com o enquadramento do plano. Agora, neste programa, temos um modelo mais favorável e mais capaz para desenvolver e implementar o plano de ação".

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