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veronese capaSábado, 21 de dezembro, pelas 16h00, o Auditório do CCA – Centro Cultural de Amarante Maria Amélia Laranjeira - acolhe a apresentação de "Veronese", um romance histórico, apaixonante, baseado numa história verídica, da autoria de António Ramalho de Almeida.

Um paquete inglês que encalhou em 1913, em Leça da Palmeira. A bordo seguiam 221 passageiros, 5 dos quais eram portugueses que tinham embarcado em Vigo. O naufrágio deu origem a um dos salvamentos mais emblemáticos do Norte de Portugal, com especial relevo para o papel do Cego do Maio da Póvoa de Varzim. "A bravura dos tripulantes do salva-vidas poveiro "Cego do Maio", capitaneado pelo heróico Manuel António Ferreira, o célebre "Patrão Lagoa", como referia, à época, a imprensa.

Médico, especialista de doenças respiratórias, atualmente jubilado, após 50 anos de atividade clínica. De início, a vivência médica deixou-lhe motivos para as primeiras publicações, mas outras se seguiram. A próxima obra é um romance baseado num facto histórico. O vapor "Veronese" da carreira de Liverpool – América do Sul, naufragou, ao largo da praia de Leça da Palmeira, mais propriamente em frente à capela da Boa Nova, num fundo rochoso a que chamam Lenho.

Em 1913, no dia 16 de Janeiro, naufragou em Leixões, junto da Capela da Boa Nova, um barco de nome "VERONESE" de uma companhia inglesa Hot Line, com sede em Liverpool. Transportava emigrantes galegos e ingleses para a Argentina, e vinha a Leixões buscar mais de 100 passageiros portugueses com destino ao Brasil. Morreram perto de 30 pessoas na maioria crianças muito pequenas.

"No centenário desse desastre marítimo, a Associação Humanitária dos Bombeiros de Matosinhos Leça, fez uma sessão evocativa, e pediram-me para intervir. Consultei as actas do julgamento do capitão do navio, que tem tudo ao pormenor. Criei duas figuras que poderiam ter existido, um galego e um português, jovens com a mesma idade sensivelmente, e que seguiram mais tarde para os seus destinos. Cada um seguiu o seu caminho, o galego para a Argentina e o português para o Brasil, e seis anos depois encontram-se da forma mais improvável", descreve António Ramalho de Almeida, o autor que conta já mais de uma dezena de obras e que tem realizado inúmeras conferências sobre temas culturais, em diversos pontos do país e do estrangeiro, nomeadamente Espanha e Brasil.

"É bom de ver que investiguei imenso durante três anos, embora no início tive receio de não continuar o livro, mas o bom senso voltou à história, e o livro saiu...A capa é da minha neta Maria, filha do Miguel".

Veronese, Fronteira do Caos Editores, é um romance apaixonante baseado numa história verídica de drama, sofrimento, e heroísmo, afinal a dura história da costa atlântica portuguesa.

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