slogan

Jorge Pinheiro é artista consagrado do Prémio Amadeo de Souza-CardosoO Júri da 11ª edição do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso (PASC) atribuiu, extraconcurso, ao pintor Jorge Pinheiro, o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, uma distinção que pretende consagrar a carreira do artista.

Em consequência, a Câmara Municipal de Amarante, fará a aquisição de uma ou mais obras de Jorge Pinheiro, até ao montante máximo de 25.000,00 euros, sendo ainda o pintor convidado a realizar uma exposição de obras suas em espaço nobilitador do Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, com catálogo apropriado.

Com um percurso artístico iniciado nos anos 60, Jorge Pinheiro é autor de uma obra que contribuiu para esbater as fronteiras entre disciplinas artísticas, renovar os respetivos modelos de apresentação e desbravar os múltiplos caminhos que por essa década se abriam à prática artística.

À 11ª edição do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso concorreram 356 artistas com 623 obras, tendo sido selecionados 24 artistas e 30 obras. A organização deliberou convidar Alexandre Conefrey, Gonçalo Pena, Patrícia Garrido e Sebastião Resende para concorrentes à atribuição do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, que será atribuído até final do mês de setembro, quando será também conhecido o vencedor do Prémio de Aquisição do Grupo dos Amigos da Biblioteca-Museu.

 

Jorge Pinheiro 

Natural de Coimbra, Jorge Pinheiro nasceu em 1931. Formou-se em Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, em 1963. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian nos anos de 1966/67, em Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Holanda, Inglaterra e, entre 1979 e 1980, na "École des Hautes Etudes en Sciences Sociales", Paris, onde frequentou o Seminário "Hubert Damisch", tendo realizado estudos na área da semiótica das artes visuais. Foi Assistente na Escola Superior de Belas Artes do Porto entre 1963 e 1976, Professor Agregado da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, entre 1976 e 1996, e Professor Catedrático convidado da Universidade de Évora, entre 1996 e 2001. O seu currículo assinala 40 exposições individuais, realizadas entre 1958 e a atualidade e a participação em mais de 150 exposições coletivas no país e no estrangeiro. Obteve diversos prémios que consagraram a sua obra a partir de 1954, salientando-se: Medalha de Prata Cinquentenário da Morte de Amadeo de Souza-Cardoso (1969), Menção Honrosa do Prémio Soquil (1970), Prémio da III Exposição Nacional da Fundação Calouste Gulbenkian (1981), Prémio da Associação Internacional de Críticos de Arte (2003).

PODCAST-RRB-BUTTON

Publicidade

Caminho de Emaús na RRB

Caminho de Emaús

Clube de Amigos RRB

Clube de Amigos

Este site usa cookies. Ao continuar a navegar no site você concorda com a utilização de cookies. Politica de cookies