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Um dos 16 desenhos-pinturas que constituem a obra O caminho íngreme que condu até à pegada de Buda"O caminho íngreme que conduz até à pegada de Buda" de Pedro Sousa Vieira foi a obra vencedora.

Constituído por 16 "desenhos-pinturas" (uma delas na foto acima) construídos com recurso a aguarela, guache, lápis de cor, grafite e fita de reparação de arquivo sobre recorte de revista sobre papel, o trabalho foi o eleito pelo júri do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso. Escolha unânime do júri, que considera que Pedro Sousa Vieira, "ao mesmo tempo que oblitera as imagens de que se apropria, realça a sua presença (a presença dessa ausência) através de uma delicada intervenção plástica. Os desenhos-pintura premiados constituem, assim, uma sequência visual sem vocação narrativa". Pedro Sousa Vieira conta já com 25 anos de carreira transversais a todo o tipo de géneros e meios. Desenho, pintura, fotografia, escultura e instalação são alguns dos trabalhos apresentados por este artista que nasceu no Porto. Ao Prémio Amadeo de Souza-Cardoso concorreram, como artistas convidados, Adriana Molder, João Jacinto, António Júlio Duarte, Fernando José Pereira e Pedro Sousa Vieira. Para além do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso foi também atribuído o Prémio de Aquisição do Grupo de Amigos do Museu, sendo vencedor Tiago Baptista, pela obra "Pas de lumière" (na foto abaixo). "Há nesta obra uma vocação narrativa; mas a cena em questão instaura uma situação absurda que nos interpela. E é essa estranheza que nos coloca, de um modo inesperado, dentro da história da pintura, nomeadamente na sua relação com a figuração, como garante do real, e com a luz como fonte de visibilidade", reconhece o Júri. Os agora premiados vêm juntar-se ao escultor Alberto Carneiro, artista consagrado na presente edição do Prémio e a quem foi atribuído, extraconcurso, o "Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso". O escultor é, assim, convidado a realizar uma exposição de obras próprias em espaço nobilitador do Museu, com catálogo apropriado, sendo premiado com a aquisição de uma ou mais obras para as coleções do Museu, até ao montante máximo de 25.000,00 euros. Os prémios Amadeo de Souza-Cardoso e Aquisição têm, respetivamente, um valor de 10.000,00 e 7.500,00 e serão entregues em Sessão Solene que terá lugar nos Paços do Concelho, a 14 de novembro. Entretanto, o Júri do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso havia já selecionado as obras que vão integrar a exposição da décima edição, tendo escolhido 38 trabalhos de 29 artistas. No total, concorreram 350 artistas, com 616 obras. A exposição, a inaugurar a 14 de novembro, estará patente ao público até 28 de fevereiro de 2016. O Júri de seleção e premiação da 10ª edição de Prémio Amadeo de Souza-Cardoso foi constituído por António Cardoso, Professor Jubilado de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Diretor do Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, Comissário do Prémio e representante da Câmara Municipal de Amarante; João Pinharanda, como Presidente do Júri e Laura Castro, Lúcia Matos e Sérgio Mah, docentes universitários, ligados à Associação Internacional de Críticos de Arte (A.I.C.A.) / secção portuguesa, ou à História da Arte.

 

Pas de lumière

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